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Movimento Exposed

Por profa. Dayana Brunetto

Durante a pandemia do Coronavírus, diversas pessoas em isolamento começaram a reviver e relembrar os diversos tipos de violências e abusos que sofreram. Com esse sentimento aflorado, emergiu nas redes sociais o Movimento Exposed, pelo qual uma grande parte dessas pessoas se sentiu representada, incentivada e confortável em relatar a agressão sofrida, muitas vezes expondo o agressor, na esperança de que “a justiça seja feita”.
Expor o agressor é uma decisão da vítima e consiste em uma possibilidade legítima. Entretanto, a prática pode se desdobrar em situações na quais a vítima é denunciada pelo agressor exposto, tendo que responder civil e criminalmente. Com a intenção de informar sobre isso, e de preservar as vítimas nesse sentido, o coletivo feminista Daisy da UFPR, produziu um material com informações sobre espaços institucionais e movimentos sociais organizados que podem acolher e fazer o encaminhamento necessário, se este for o desejo da vítima.

Imagem gráfica com fundo rosa. Sobre esse fundo uma placa amarela, sustentada por um pedaço de madeira. Nela está escrito em letras grandes roxas: Exposed e no canto inferior dessa palavra, está escrito em preto e sublinhado: não. Na base da imagem, ao lado esquerdo, está a logo do Coletivo Daisy e a do Coletivo Liberte (LGBTT+ Sociais Aplicadas - UFPR) e ao lado direto, a logo da SIPAD.

Arte: Coletivo Daisy

Os Coletivos Daisy e Liberte sempre estiveram à disposição das vítimas de agressões dentro da Universidade Federal do Paraná, auxiliando na abertura de processos internos e externos. Atuando junto à Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis – PRAE, à Superintendência de Inclusão Políticas Afirmativas e Diversidade – SIPAD e à Diretoria Disciplinar, os Coletivos podem encaminhar, junto aos órgãos competentes, o apoio, inclusive psicológico, à vítima e a oficialização das denúncias, em busca da responsabilização de agressores, quando for de vontade da vítima.

Como a SIPAD busca o diálogo permanente com os coletivos e movimentos sociais organizados em interface com a UFPR e com vistas a valorizar os saberes, debates e as questões importantes para estes coletivos, publicizamos aqui o material do coletivo Daisy, sobre essa questão.

Reiteramos que a SIPAD – Área de Gênero e Diversidade Sexual está a disposição e trabalha para que a UFPR seja livre de todas as formas de violências de gênero e de outras formas de preconceito e discriminação. 

Imagem gráfica fundo amarelo. Em letras pretas, centralizado: A equipe de Superintendência de Inclusão, Políticas Afirmativas e Diversidade - SIPAD e pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis - PRAE, são capacitados para lidar com violências e dar suporte psicológico a todas as vítimas, podendo também dar assistência para denùncias em espera civil e criminal. Na base da imagem, as logos do Coletivo Liberte (LGBTT+ Sociais Aplicadas - UFPR), da SIPAD, da PRAE e do Coletivo Daisy.
Arte:
Coletivo Daisy

Imagem gráfica fundo amarelo. Em letras pretas, centralizado: Dependendo de como o relato for feito pode haver margem para abertura de um processo nas esferas civil ou criminal contra a pessoa que relatou. Na base da imagem, partindo do canto esquerdo, as logos do do Coletivo Daisy, do Coletivo Liberte (LGBTT+ Sociais Aplicadas - UFPR) e da SIPAD.
Arte:
Coletivo Daisy
Imagem gráfica fundo amarelo. Em letras pretas, centralizado: “Exposed” é um termo usado nas redes sociais para expor um caso ou uma pessoa que cometeu uma violência mas que, até então, se mantinha em segredo. Na base da imagem, partindo do canto esquerdo, as logos do do Coletivo Daisy, do Coletivo Liberte (LGBTT+ Sociais Aplicadas - UFPR) e da SIPAD. Ao lado dessas logos, em destaque, a ilustração de um megafone azul com detalhes rosas.
Arte:
Coletivo Daisy
Imagem gráfica fundo amarelo. Em letras pretas, centralizado: A pessoa que sofreu uma violência, em um ato de desespero, expõe o agressor e se expõe, correndo o risco de ser processada civil ou criminalmente! Na base da imagem, partindo do canto esquerdo, as logos do do Coletivo Daisy, do Coletivo Liberte (LGBTT+ Sociais Aplicadas - UFPR) e da SIPAD.
Arte:
Coletivo Daisy

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